quarta-feira, 23 de maio de 2018

Empresa recruta jogadores para participarem do desenvolvimento de jogo,


Enquanto procurava mais conteúdo sobre o estúdio que desenvolveu Horizon Chase Turbo (que foi o tema da nossa postagem), me deparei com uma outra notícia sobre um projeto ambicioso em que um brasileiro está envolvido.

O nome do jogo é Worlds Adrifit, está em desenvolvimento pela produtora Bossa Studios, e tem o brasileiro Henrique Olifiers como um de seus cofundadores.
O grande diferencial deste jogo, é que ele contou com a participação direta dos jogadores em sua fase de desenvolvimento.

Milhares de jogadores foram recrutados para criar “ilhas” em que outros jogadores podem visitar e explorar à vontade. Nesse aspecto ele se assemelha muito a Minecraft, mas seus desenvolvedores prometem uma variedade bem maior de ferramentas, o que vai permitir aos jogadores criar mapas com um nível de complexidade bem mais elevado.
Segundo a produtora, os jogadores criaram cerca de 10 mil ilhas, e que aproximadamente 450 serão incluídas na versão do jogo.

Acho louvável atitudes como essa, que atiçam a criatividade dos jogadores, estimulando-os não apenas a jogar, mas compreender e se envolver no processo de criação dos games.

Temos Minecraft e Super Mario Maker como bons exemplos.

E mais recentemente, me surpreendi com a criatividade de jogadores ao redor mundo usando o modo de edição de mapas de Far Cry 5 (Ubisoft) para criar os mais variados mapas. Buscando inspiração em outras franquias de sucesso, como Resident Evil e The Last of Us eles fizeram verdadeiros milagres com as poucas ferramentas de edição que dispunham, criando mapas com uma riqueza de detalhes incrível.

Esta notícia só vem reforçar ainda mais a importância que a indústria dos games tem no futuro do mercado de trabalho. E mostra que brasileiros estão ganhando cada mais espaço nesse mercado ao redor do mundo.

E vocês, já pensaram em trabalhar com algo relacionado a games???


Fonte:
www.dci.com.br



sexta-feira, 18 de maio de 2018

Horizon Chase Turbo: Nostalgia em forma de jogo


Olá.

A notícia de hoje é sobre o lançamento de um jogo indie de corrida que vai trazer muita nostalgia para os gamers da velha guarda.

Horizon Chase Turbo, é um jogo indie brasileiro, no estilo do saudoso Top Gear.

Horizon Chase nasceu inicialmente para os dispositivos mobile, onde fez muito sucesso e já conta com mais de 5 milhões de downloads na Play Store. 

E essa semana, ele fez sua estreia no console de mesa PS4, onde está custando R$ 49,90, e na loja da Steam, onde sai pela quantia de R$ 37,99.

O primeiro aspecto que merece destaque nesse jogo, é o fato de que ele é o primeiro jogo indie brasileiro a ganhar espaço na loja da PSN. O que é um baita ponto positivo para os desenvolvedores brasileiros em um mercado que só faz crescer.

O outro ponto, é a forma com que ele foi projetado. Desde os gráficos, passando pela jogabilidade, e até a trilha sonora, captaram sua inspiração nos arcades de corrida do início dos anos 90, mais especificamente, no clássico Top Gear.

Me lembro de passar horas e mais horas jogando Top Gear, correndo ao redor mundo. Na época, foi um dos poucos jogos de corrida que me prenderam em frente à TV, além claro, de Mário Kart

O seu sucessor espiritual, conta com gráficos atualizados, mas sem perder aquele toque retrô, trilha sonora original remixada, e uma física bem simplificada, o que torna a jogabilidade bem casual, como um bom arcade de corrida deve ser. Além de permitir o multiplayer local para até 4 jogadores, o que o torna um excelente jogo para aquela reunião com os amigos.

Atualmente, não sou muito fã de jogos de corrida. O último grande jogo de corrida que joguei foi Gran Turismo 2, mas tenho que admitir que fiquei tentando a pegar esse joguinho só pela nostalgia. 

Aliás, fica a dica para os desenvolvedores: Nostalgia está vendendo muito. Não só no mundo dos games, como em diversos outros ramos.

E vocês, qual jogo era dos 16 bits você gostaria de ver resgatado??


Fonte:
br.ign.com


quinta-feira, 17 de maio de 2018

Bethesda elimina qualquer possibilidade de microtransações em seu novo jogo.


Aproveitando o embalo do primeiro post do blog, no qual eu elogiei a iniciativa do diretor criativo de God of War em não se render ao que já se tornou uma tendência no mercado de games; que é o desmembramento dos jogos para ser vendido em partes, através de DLC's. Principalmente no que diz respeito a história...

Vamos falar de mais uma notícia acerca do assunto que me encheu de esperança.

No mesmo post, citei Skyrim como exemplo do meu primeiro contato com tal prática. 

Pois é, acontece que a produtora do jogo, Bethesda Software, que recentemente anunciou seu mais novo jogo, Rage 2, anunciou também que não vai inserir microtransações na sua atual empreitada.

Microtransações in-game teve sua implementação inicialmente em jogos mobile, como uma forma de gerar renda para os desenvolvedores, uma vez que a maioria dos jogos para essa plataforma são distribuídos de forma gratuita, ou por um preço simbólico. O que gerou a prática que ficou conhecida com Pay2Win, onde o jogador que desembolsa grana de verdade tem uma vantagem sobre outros que decidem não fazê-lo.

Mas não demorou muito para que o retorno financeiro gerado por essas transações chamasse a atenção das grandes produtoras, que de pouco em pouco, foram agregando essa forma de receita em suas grandes produções.

Enquanto essas transações ficaram restritas a parte cosmética do game, tudo ia bem, afinal, desde que não afete a experiência do jogo como um todo, compra quem quiser ter um personagem, veiculo, ou armas personalizadas. Mas tivemos dois exemplos bem recentes de jogos AAA, que foram duramente criticados por abusar dessa ferramenta. 

O primeiro deles foi Shadow of War, a tão aguardada sequência de Shadow of Mordor, um excelente game baseado na mitologia de Tolkien. Mas o jogo foi duramente criticado por restringir os jogadores que quisessem ter acesso ao final verdadeiro do jogo a duas opções:

Primeira: Passar horas e mais horas jogando e acumulando soldados para o seu exército.

Segundo: Adquirir (através de dinheiro real) as famigeradas loot boxes, que fornecem aos jogadores uma baita vantagem in-game.

E apesar de se tratar de um jogo offline e single player, essa atitude já foi muito malvista pela comunidade. Mas fica ainda pior quando se trata de jogos que se baseiam no modo multiplayer ou no modo competitivo.

Como exemplos, podemos citar Star Wars Battlefront 2 (EA) e o For Honor (Ubisoft).

O primeiro foi alvo de uma grande campanha da comunidade e da imprensa especializada por oferecer vantagens exclusivas através de micro transações.

O segundo, por se tratar de um jogo que a produtora tinha a intenção de tornar o jogo em um e-sport, foi ainda pior. Bem semelhante ao que aconteceu em Shadow of War, caso o jogador quisesse desbloquear todo o conteúdo do jogo, ela podia abandonar o trabalho, família, amigos e algumas horas de sono para se dedicar exclusivamente ao jogo, ou ele poderia pagar para passar à frente dos outros competidores.

Sempre fui muito crítico a Bethesda pela forma como ela vem tratando Skyrim, um dos seus maiores sucessos, e do qual sou muito fã. E minha visão de uma empresa "mercenária" só aumentou com a criação do Creation Club, que essencialmente passaria a cobrar por mods que antes eram gratuitos. Felizmente, a criação do Creation Club parece não ter tido um grande impacto na comunidade que cria os mods.

Vamos esperar que isso se torne uma nova tendência no mundo dos games.


Fonte:
meialua.gamehall.uol.com.br



quarta-feira, 16 de maio de 2018

Playstation in Concert.


A Sony anunciou a Playstation in Concert. Uma iniciativa que une o mundo dos games com o mundo da música.

Faz parte da iniciativa ainda a Royal Philharmonic Orchestra, responsável pela execução do espetáculo.

O primeiro local de apresentação será o Royal Albert Hall em Londres no Reino Unido.

O espetáculo tem o objetivo de festejar a marca Playstation executando as trilhas sonoras mais marcantes dos seus jogos exclusivos.

Entre os jogos confirmados pela Sony até então temos: Shadow of the Colossus, The Last Guardian, Uncharted, Everybody's Gone to the Rapture, LittleBigPlanet e Horizon Zero Dawn.

A Sony já deixou aberta a possibilidade de uma turnê por outras cidades, o que deixa aberta também a possibilidade de levar o espetáculo a outros países, e quem sabe outros continentes.

Achei a ideia em torno da iniciativa genial.

Games e música andam lado a lado desde sempre. Uma boa trilha sonora sempre fez a diferença para criar aquele clima de terror, para transmitir aquela sensação de empolgação em um trecho de aventura, ou ainda para dar aquele up na adrenalina em um trecho de ação.

É bem verdade que na era 16 bits, dos saudosos SNES e Mega Drive, a limitação tecnológica não permitia grandes e elaboradas orquestrações. Mas mesmo assim, o Youtube está cheio de vídeos dedicados as trilhas sonoras que marcaram os jogos da época, como Sonic, Donkey Kong, Mario, Metroid, apenas para citar alguns.

No entanto, foi na era dos 32 bits, no também saudoso PS1, enquanto jogava Gran Turismo embalado ao som de bandas como “The Cardigans” e “Garbage”, que eu pude sentir a sensação que uma boa trilha sonora é capaz de oferecer. Acreditem ou não, conheci as bandas acima citadas através do jogo e acabei acompanhando elas, tamanho o impacto que as músicas tinham no game.

E de lá para cá, com o aumento da tecnologia disponível para o desenvolvimento dos games, a importância e a variedade das músicas e trilhas in-game só fizeram crescer.

Como exemplos pessoais mais recentes que me marcaram, posso citar God of War com sua trilha épica, as músicas de encerramento da franquia Fatal Frame (Project Zero) interpretadas pela talentosa cantora Tsuki Amano (que aliás, foi o meu primeiro contato com J-POP), e claro, Skyrim, com sua introdução clássica e músicas in-game, que até hoje rendem covers pelo Youtube . E pasmem, uma versão do tema principal do jogo, executada pela famosa violinista Married Nesbit, que até pouco tempo, era integrante do grupo Celtic Woman.

E vocês, quais foram as músicas ou trilhas de jogos que mais lhes marcaram???


Fonte: 

www.eurogamer.pt







terça-feira, 15 de maio de 2018

Novo God of War não terá DLC's para complementar a história.


E a primeira notícia do blog é uma notícia que me deixou muito contente, e me fez recuperar a fé na indústria dos games que tem se tornado cada vez mais mercenária.

Embora já soubéssemos de antemão que o jogo não contaria com season pass, ainda pairava a dúvida sobre possíveis DLC's.

Mas recentemente o diretor do game Cory Barlog, em entrevista ao site Kotaku, confirmou que não tem a mínima intenção de complementar a história com DLC's.

Isso não significa, porém que não haverá DLC's com missões paralelas, desafios especiais ou novos inimigos. Mas mesmo assim, eu me sinto bem mais tranquilo de saber que estou adquirindo um jogo completo, ao menos no que diz respeito a história.

Durante a entrevista, ele ainda citou que as aparentes pontas soltas que ficaram no desenrolar da história serão amarradas no próximo jogo da franquia, embora esse jogo não tenha previsão para sair do papel. O meu palpite é que veremos ele apenas no PS5.

Atitudes como essa tem sido casa vez mais raras no mundo dos games. O que nós frequentemente vemos, são jogos serem desmembrados e lançado aos pedaços para gerar mais lucro para as empesas.

A primeira vez eu notei essa “tática” por assim dizer foi em Skyrim (que até hoje sobrevive graças aos mods da comunidade e ao seu recém lançado Creation Club).

Como exemplos mais recentes, podemos citar FF15, que apesar de ter lançado episódios complementares para se aprofundar no modo história gratuitamente, recentemente lançou um pacote de DLC’s com missões extras e um novo ângulo de câmera por R$ 45,90 (preço na loja da PSN). E já existem planos para novas DLC’s, inclusive com finais alternativos. Resta saber se essa será uma DLC gratuita ou paga.  

E podemos citar também o caso de Resident Evil 7, que disponibilizou o episódio “Not a Hero” gratuitamente, mas lançou ao mesmo tempo a DLC “End of Zoe” por R$ 45,90 (preço na loja da PSN). Sendo que ambas trazem informações importantes para o enredo do jogo.

Citei apenas esses exemplos pessoais que me marcaram de maneira mais profunda, mas sabemos que já é um problema que está enraizado no mundo dos games.

Comenta aí um caso que você se sentiu “lesado” por  DLC's .


Fontes:

store.playstation.com






APRESENTAÇÃO


Olá.

Se você chegou aqui, é porque assim como eu, é um amante dos assuntos relacionados a cultura geek.

Minha intenção aqui é aproveitar meu tempo livre (ao mesmo tempo que exercito minha veia artística), para compartilhar notícias e opiniões sobre o mundo geek.

Os assuntos serão os mais variados possíveis, desde games, passando por livros, filmes, séries e afins.

Essa é a minha primeira experiência com um blog e ainda estou aprendendo a utilizar as ferramentas, mas o blog deve melhorar de aparência com o passar do tempo.

Qualquer duvida, sugestão ou critica, é só deixar nos comentários. Serão todos muito vindos.

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